quinta-feira, 20 de junho de 2019

A escolha do cardápio para a festa de aniversário na escola.




A Equipe da EMEI CEU Paz, tem se empenhado na realização de um trabalho com a abordagem pedagógica da escuta sensível da criança, tornando-se um espaço vivo e transformador porque acredita na capacidade de pensar e de aprender de cada criança. Hoje realizamos mais uma Reunião do Conselho Infantil, e mais uma vez, buscamos aperfeiçoar nossa escuta, começamos pelo aprimoramento das nossas propostas e objetivos na pauta apresentada aos conselheiros infantis. 


                Depois de uma consulta com a Nutricionista da SHA, a pauta apresentava uma proposta de Cardápio nutritivo e saudável para apreciação e deliberação dos conselheiros; nesta pauta também havia propostas de brincadeiras que já foram realizadas na festa anterior dos Aniversariantes do 1º trimestre do ano letivo. 



                        O debate desta pauta tem sido um grande desafio, no quesito cardápio, levando em consideração uma festa de aniversário em que nossas crianças trazem de suas vivências , representações sobre um cardápio, influenciado por uma memória afetiva sobre alimentos excessivamente doces, muita fritura, refrigerantes, etc.; como coisa gostosa; gerando polêmicas  que perpassam o espaço sociocultural da escola, frente as políticas públicas  que refletem a necessidade de incorporação de outros saberes nas ações de Educação alimentar. 

                      É preciso conscientizar e a infância é um período determinante na aquisição de bons hábitos à mesa.
A primeira lição é que não há palavra que possa ensinar o gosto do feijão ou o cheiro do coentro. É preciso provar, cheirar, só um pouquinho, e ficar ali, atento, para que o corpo escute a fala silenciosa do gosto e do cheiro. Explicar o gosto, enunciar o cheiro; pra estas coisas a Ciência de nada vale; é preciso sapiência, ciência saborosa, para se caminhar na cozinha, este lugar de saber-sabor. (ALVES, R. 2007, p. 145)

A reunião foi um sucesso e constatamos que a escuta facilita a criança enxergar-se como sujeito participativo e protagonista de sua própria história, não significando que o professor deva fazer suas vontades, e sim criar condições para que a criança se desenvolva diante das descobertas, experiências e aprendizagens. 



Referenciais:
Alves, Rubem. Estorias para quem gosta de ensinar: O fim dos vestibulares. 11º edição. Campinas, SP: Papirus, 2007.




quarta-feira, 12 de junho de 2019

Visita a Fundação Dorina Nowill - EMEI CEU PAZ



As saídas permitem que a criança entre em contato com outras dimensões da realidade que não estão nos livros.  Os passeios e visitas oportunizam a observação de diferentes locais e contextos culturais, excelente para estimular ainda mais o espírito coletivo e a colaboração entre alunos e educadores. 


Hoje foi o dia da turma do Infantil II, Professora Olívia, visitar a Fundação Dorina Nowill.



A Fundação oferece serviços de apoio a inclusão de  deficientes visuais. Os projetos e produtos que oferecem vai desde os livros acessíveis em diversos formatos, passando por serviços de apoio à inclusão, biblioteca circulante, revista falada, cursos, palestras, entre outros.

O braille é indispensável para alfabetização de cegos – mas sua presença ainda é pouca nas livrarias e bibliotecas.


Para as pessoas cegas, ter a maior quantidade de textos em braile em seu dia a dia significa autonomia. A Fundação Dorina Nowill, reúne cerca de 3 mil publicações no acervo. No estabelecimento, estão disponíveis livros em braile e audiolivros.
Nossas crianças puderam  conhecer a Fundação, e um pouquinho da história da sua fundadora  Dorina Nowill. Conheceram e tocaram o alfabeto braile e livros de literatura em Braile. 









Operaram uma máquina de escrever em braile




Conheceram um cão-guia e a importância dele na vida da pessoa deficiente visual.




domingo, 9 de junho de 2019

Diversão - Jogos e brincadeiras africanas


“É na diversidade que se constrói algo novo.” 
A amarelinha AFRICANA desenhada no pátio de forma improvisada com fita crepe é um sucesso, ninguém passa por lá sem brincar um pouquinho.

Com o objetivo de potencializar espaços e materiais no fazer pedagógico, as professoras da EMEI CEU Paz, resolveram atrelar esta reorganização espacial e material as temáticas africanas, ampliando e potencializando o desenvolvimento global das  crianças.

As brincadeiras africanas no pátio interno da EMEI CEU Paz são experiências cercadas pelo envolvimento das professoras e crianças, tornando o processo de ensinar e aprender muito significativo.


Aprendendo e ensinando, a galera demonstra motivação nas vivências dos jogos e brincadeiras africanas e a curiosidade pulsante das crianças e adultos sinaliza um aspecto importante: a brincadeira oportuniza a desconstrução, construção e reconstrução das visões preconcebidas a respeito das diferentes matrizes étnicas que compõem a formação do povo brasileiro.